Nossas vozes são à prova de bala !!
Criado em 1983, para guardar na memória coletiva uma situação de enfrentamento, uma situação de luta, de luta pela sobrevivência, relembra o momento em que a índia Aimará Bartolina Sisa, junto a seu companheiro, comandaram uma rebelião contra os conquistadores e dominadores espanhóis. Desse modo, o Dia Internacional da Mulher Indígena, todavia, é uma data para nos lembrar que o racismo tem impedido o movimento de mulheres de apreender e de compreender o legado ancestral de sabedoria dos povos e das mulheres indígenas, assim como dos povos e mulheres negras. A multiplicidade dos povos e das mulheres deve ser fator de multiplicação e união, não de divisão e subtração.
Na imagem, Sônia Guajajara, uma das maiores lideranças indígenas e ambientais do país que tem como marca a luta contra o anonimato e contra a invisibilidade dos povos indígenas, ocupando cargos de destaque em diferentes organizações e movimentos, reafirmando a luta pelos direitos das populações originárias em quase duas décadas.
https://www.facebook.com/GuajajaraSonia





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